{"id":22876,"date":"2015-12-28T04:00:27","date_gmt":"2015-12-28T04:00:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/?p=22876"},"modified":"2016-01-12T15:50:04","modified_gmt":"2016-01-12T15:50:04","slug":"nova-raca-de-bovino-e-desenvolvida-no-brasil-por-cientistas-da-embrapa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/nova-raca-de-bovino-e-desenvolvida-no-brasil-por-cientistas-da-embrapa\/","title":{"rendered":"Nova ra\u00e7a de bovino \u00e9 desenvolvida no Brasil por cientistas da Embrapa"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil acaba de ganhar os primeiros bovinos de um cruzamento industrial entre touros da ra\u00e7a brasileira Curraleiro P\u00e9-Duro (Bos taurus taurus) e vacas nelore (Bos indicus indicus), de origem indiana.<\/p>\n<p>Os animais tropicais, que ser\u00e3o apresentados aos produtores nos pr\u00f3ximos meses, s\u00e3o o resultado de seis anos de intensas pesquisas desenvolvidas pela Embrapa e a Universidade Federal do Piau\u00ed (UFPI), com recursos pr\u00f3prios das duas institui\u00e7\u00f5es. Esse cruzamento foi o primeiro entre essas duas ra\u00e7as feito com metodologia cient\u00edfica.<\/p>\n<p>O novo bovino, criado em pastagens nativas, impressiona pelo desempenho zoot\u00e9cnico superior. Ele \u00e9 mais precoce que o nelore, vai mais cedo para o abate, com apenas dois anos de idade e pesando 45 quilos de carne a mais nas mesmas condi\u00e7\u00f5es de pastagem. J\u00e1 o nelore \u00e9 mais tardio, estando em ponto de abate aos tr\u00eas anos de idade. Se for terminado em regime de confinamento, o per\u00edodo \u00e9 reduzido em at\u00e9 seis meses, aumentando ainda mais o peso. As pesquisas indicaram que o novo mesti\u00e7o produz 20 quilos de carne macia por 100 quilos de m\u00fasculo na carca\u00e7a. Em compara\u00e7\u00e3o, o estudo revela que o nelore produz apenas 16 quilos.<\/p>\n<p>&#8220;O resultado aponta maior lucro para o produtor e ind\u00fastria e o consumidor ter\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o uma carne de melhor qualidade&#8221;, diz o pesquisador Geraldo Magela C\u00f4rtes Carvalho, que coordena o trabalho. O novo animal tem mais ganho de peso em menos tempo por um aspecto que o cientista faz quest\u00e3o de destacar: &#8220;ele tem uma estatura menor que o nelore e, por isso, consegue se desenvolver bem em menores piquetes, garantindo uma taxa de lota\u00e7\u00e3o na mesma pastagem at\u00e9 20% maior na \u00e1rea delimitada. Esse aspecto \u00e9 muito importante para o conforto do animal&#8221;.<\/p>\n<p>Os testes realizados nos laborat\u00f3rios da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, em S\u00e3o Carlos, no interior de S\u00e3o Paulo, comprovaram que a carne do animal \u00e9 macia e saborosa. Foram feitos testes de maciez, acidez, perda de peso por cozimento, reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e colora\u00e7\u00e3o, que revelaram a excelente qualidade da carne. O centro de pesquisa ainda executou testes com a pele. No Munic\u00edpio de Timon (MA), o Frigor\u00edfico Frigotil, ,o maior do Nordeste, o mesti\u00e7o passou por um exigente teste de carca\u00e7a, tamb\u00e9m com resultados positivos.<\/p>\n<p>Em praticamente todos os aspectos, segundo Carvalho, o novo bovino apresentou um perfil diferenciado. &#8220;Ele traz a rusticidade do curraleiro p\u00e9-duro, que \u00e9 adaptado ao ambiente tropical de quase todas as regi\u00f5es do Brasil (calor, escassez de \u00e1gua e pastagens nativas); sendo ainda resistente a parasitas como verminoses, carrapatos, bernes e mosca-do-chifre&#8221;, garante.<\/p>\n<p>Na alimenta\u00e7\u00e3o, ele aceita muito bem as gram\u00edneas e leguminosas nativas, cactos, arbustos, ra\u00edzes e cascas de madeira. Enquanto isso, o bovino nelore, ra\u00e7a trazida da \u00cdndia e j\u00e1 consagrada como grande produtora de carne, requer uma alimenta\u00e7\u00e3o \u00e0 base de pastagens artificiais, segundo Carvalho. &#8220;No comparativo com o nelore, o novo bovino praticamente ganha em tudo&#8221;, assegura.<\/p>\n<p><strong>Adaptado \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<p>O pesquisador explica que o sucesso do trabalho, iniciado em 2008, foi decorrente do fen\u00f4meno natural chamado heterose ou vigor h\u00edbrido obtido do cruzamento entre ra\u00e7as distantes. Ele explica que a heterose \u00e9 o fen\u00f4meno pelo qual os animais resultantes de cruzamentos apresentam melhor desempenho do que a m\u00e9dia dos pais. &#8220;A maioria dos cruzamentos entre os touros curraleiro p\u00e9-duro e as vacas nelore apresentou vigor h\u00edbrido, garantindo o sucesso da pesquisa&#8221;, revela.<\/p>\n<p>Esse projeto tem tr\u00eas objetivos que, se alcan\u00e7ados em sua plenitude, podem mudar em pouco tempo o perfil da carne bovina no Brasil. O primeiro, praticamente atingido, busca melhorar a qualidade (maciez, sabor e colora\u00e7\u00e3o) e a oferta da carne nas regi\u00f5es tropicais. O segundo quer atingir um alvo perseguido pelos cientistas h\u00e1 muito tempo: disponibilizar recursos gen\u00e9ticos adaptados \u00e0s regi\u00f5es quentes. O terceiro \u00e9 integrar o curraleiro p\u00e9-duro ao agroneg\u00f3cio, afastando a ra\u00e7a da amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para enfrentar um poss\u00edvel cen\u00e1rio de aquecimento global, a busca pela sustentabilidade da pecu\u00e1ria bovina nas regi\u00f5es quentes \u00e9 outro pilar das pesquisas com o curraleiro p\u00e9-duro. Carvalho, que \u00e9 doutor em melhoramento gen\u00e9tico animal, aponta as duas vantagens estrat\u00e9gicas dessa ra\u00e7a para viabilizar a pecu\u00e1ria em ambientes desfavor\u00e1veis \u00e0 atividade. &#8220;A primeira \u00e9 porque ele ocupa pouco espa\u00e7o, permitindo uma carga animal maior. A segunda \u00e9 a rusticidade do novo mesti\u00e7o que n\u00e3o necessita do uso de medicamentos e, por isso, eleva a qualidade da carne&#8221;, detalha.<\/p>\n<p>O frigor\u00edfico Frigotil, com capacidade para abater cinco mil bois por dia, aposta no trabalho dos pesquisadores da Embrapa e da UFPI, segundo o gerente industrial do frigor\u00edfico, Franklin Freire. Ele v\u00ea o banco gen\u00e9tico do curraleiro p\u00e9-duro como um avan\u00e7o para o melhoramento de ra\u00e7as nativas que podem contribuir com oferta de carne de qualidade ao mercado.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dele, as pesquisas devem avan\u00e7ar mais ainda na fase de termina\u00e7\u00e3o dos animais, para que eles tenham maior porte e mais ganho de peso. Na vis\u00e3o de Freire, para ter sucesso no mercado, o peso ideal de carca\u00e7a de um bovino resultado de cruzamento deve atingir no m\u00ednimo 17 arrobas (255 quilos), que \u00e9 o peso-padr\u00e3o de abate para frigor\u00edficos industriais.<\/p>\n<p><strong>Pesquisa com outras ra\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p>O trabalho dos cientistas utilizando o curraleiro p\u00e9-duro nos cruzamentos industriais est\u00e1 avan\u00e7ando tamb\u00e9m em outra dire\u00e7\u00e3o. H\u00e1 tr\u00eas anos, est\u00e3o sendo feitos cruzamentos com as ra\u00e7as Angus Vermelho, de origem inglesa, e Senepol, desenvolvido nos Estados Unidos. Os primeiros exemplares dessas experi\u00eancias t\u00eam apresentado animais com excelente performance de peso e tamanho. As avalia\u00e7\u00f5es de carca\u00e7a e maciez da carne come\u00e7ar\u00e3o no primeiro semestre de 2016. Tamb\u00e9m no pr\u00f3ximo ano, v\u00e3o come\u00e7ar os cruzamentos entre touros do mesti\u00e7o rec\u00e9m-desenvolvido e vacas de ra\u00e7as brasileiras, como a Caracu e a Crioula Lageana.<\/p>\n<p>Os pesquisadores usaram dois m\u00e9todos de cruzamento j\u00e1 consagrados. Na primeira fase, foi usado o sistema de monta natural. A segunda etapa acelerou os estudos, e os cientistas passaram a utilizar a insemina\u00e7\u00e3o artificial com o uso da sincronia de ovula\u00e7\u00e3o. Nessa fase, a participa\u00e7\u00e3o do professor Adalmir Souza, coordenador de reprodu\u00e7\u00e3o animal da UFPI, e de estudantes de mestrado e doutorado em medicina veterin\u00e1ria da institui\u00e7\u00e3o foi decisiva para o avan\u00e7o da pesquisa.<\/p>\n<p>Eles trabalharam tamb\u00e9m na avalia\u00e7\u00e3o reprodutiva de machos e f\u00eameas e no uso das biotecnologias de reprodu\u00e7\u00e3o, como coleta e congelamento de s\u00eamen, embri\u00f5es e fecunda\u00e7\u00e3o in vitro. Hoje, o resultado dos estudos j\u00e1 est\u00e1 gerando v\u00e1rias teses de mestrado e doutorado, al\u00e9m de qualificar equipes especializadas em biotecnologias da reprodu\u00e7\u00e3o animal na regi\u00e3o Meio-Norte do Brasil.<\/p>\n<p><strong>A rusticidade como marca<\/strong><\/p>\n<p>A ra\u00e7a Curraleiro P\u00e9-Duro foi formada no Brasil de animais vindos da Europa e chegou ao Pa\u00eds pelas m\u00e3os dos portugueses, no per\u00edodo colonial. Os animais ganharam espa\u00e7o, primeiramente, em fazendas dos estados da Bahia e Pernambuco. Depois, a ra\u00e7a foi levada para o Piau\u00ed, Maranh\u00e3o, Minas Gerais e aos estados do Centro-Oeste. O Rio S\u00e3o Francisco teve importante papel na dissemina\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a.<\/p>\n<p>Os exemplares que descenderam dos primeiros curraleiros p\u00e9-duro vindos de Portugal, segundo os historiadores, conseguiram se adaptar bem \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais adversas, principalmente do Nordeste. Eles suportaram longos per\u00edodos de seca, intenso calor e ataques de parasitas e insetos. Como resultado, a ra\u00e7a se consagrou como r\u00fastica e de f\u00e1cil adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Hoje, o rebanho de curraleiro p\u00e9-duro no Brasil chega a quase cinco mil exemplares espalhados pelos estados do Piau\u00ed, Maranh\u00e3o, Goi\u00e1s, Cear\u00e1 e Para\u00edba. O maior rebanho est\u00e1 concentrado no Piau\u00ed, com 3.500 exemplares, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores de Bovinos Curraleiro P\u00e9-Duro, com sede em Teresina.<\/p>\n<p>A Embrapa mant\u00e9m h\u00e1 40 anos um n\u00facleo de preserva\u00e7\u00e3o da ra\u00e7a Curraleiro P\u00e9-Duro numa fazenda experimental no Munic\u00edpio de S\u00e3o Jo\u00e3o do Piau\u00ed, no sudeste do Estado. O plantel atual chega a 350 exemplares e \u00e9 a base dos trabalhos de cruzamentos que s\u00e3o conduzidos desde 2008.<\/p>\n<p>Mas o trabalho de conserva\u00e7\u00e3o dessa ra\u00e7a \u00e9 mais amplo. O Banco de Germoplasma Animal da Embrapa possui 16.853 doses de s\u00eamen de 51 reprodutores. Destas, 12.010 doses de 35 touros est\u00e3o na Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia (DF), e 4.843 doses de 16 touros est\u00e3o na Embrapa Meio-Norte. O banco mant\u00e9m tamb\u00e9m 148 embri\u00f5es de 13 acasalamentos distintos.<\/p>\n<p>Na fazenda Faveiro, no Munic\u00edpio de Elesb\u00e3o Veloso, no centro-norte do Piau\u00ed, a 154 quil\u00f4metros de Teresina, o empres\u00e1rio Jos\u00e9 Ferreira Dantas Filho mant\u00e9m h\u00e1 20 anos n\u00facleos de conserva\u00e7\u00e3o de animais amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o. L\u00e1, 300 exemplares de curraleiro p\u00e9-duro v\u00eam se reproduzindo normalmente com o apoio da Embrapa.<\/p>\n<p>Entusiasmado com a atividade, Dantas Filho, que \u00e9 um dos maiores conservadores de ra\u00e7as nativas da regi\u00e3o, sempre tem uma resposta na ponta da l\u00edngua aos questionamentos sobre a manuten\u00e7\u00e3o dos n\u00facleos: &#8220;Quero contribuir com as futuras gera\u00e7\u00f5es, preservando as ra\u00e7as que ajudaram a colonizar o Piau\u00ed e o Nordeste brasileiro, como o curraleiro p\u00e9-duro&#8221;.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/310575-e1451274988460.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-22877\" src=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/310575-e1451274988460.jpg\" alt=\"310575\" width=\"600\" height=\"400\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Reportagem:<\/strong>\u00a0http:\/\/www.agrolink.com.br\/noticias\/nova-raca-de-bovino-e-desenvolvida-no-brasil-por-cientistas-da-embrapa_345361.html<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil acaba de ganhar os primeiros bovinos de um cruzamento industrial entre touros da ra\u00e7a brasileira Curraleiro P\u00e9-Duro (Bos taurus taurus) e vacas nelore (Bos indicus indicus), de origem indiana. 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