{"id":8027,"date":"2015-03-22T14:09:28","date_gmt":"2015-03-22T14:09:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/?p=8027"},"modified":"2015-03-22T14:09:28","modified_gmt":"2015-03-22T14:09:28","slug":"as-quatro-crises-do-crescimento-dos-bebes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/as-quatro-crises-do-crescimento-dos-bebes\/","title":{"rendered":"As quatro crises do crescimento dos beb\u00eas"},"content":{"rendered":"<p>Seu filho enfrenta problemas para dormir, se alimenta mal e anda agitado? Calma. Pode ser que ele esteja apenas atravessando uma crise comum \u00e0 fase em que se encontra.<\/p>\n<p><strong>Primeiro trimestre: per\u00edodo simbi\u00f3tico<\/strong><\/p>\n<p>Como come\u00e7a a crise do primeiro trimestre?<br \/>\nA chegada aos 3 meses \u00e9 um momento t\u00e3o marcante que alguns autores falam de dois nascimentos: o biol\u00f3gico, que \u00e9 o dia do parto, e o psicol\u00f3gico, que acontece quando o beb\u00ea completa 3 meses. Esse primeiro trimestre de vida \u00e9 o que se chama de per\u00edodo simbi\u00f3tico. \u201cPara a crian\u00e7a, m\u00e3e e filho significam uma \u00fanica palavra \u2018m\u00e3efilho\u2019. \u00c9 assim que ela entende: como se fossem uma \u00fanica pessoa\u201d, diz, brincando, Leonardo Posternak, pediatra de S\u00e3o Paulo. A partir dos 3 meses, o beb\u00ea passa a olhar no olho da m\u00e3e, come\u00e7a a se divertir, imita alguns gestos. Ele come\u00e7a a sentir que a m\u00e3e n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 um bico de peito e, assim, come\u00e7a a construir a imagem do outro.\u201c\u00c9 nesse per\u00edodo que a crian\u00e7a percebe que n\u00e3o est\u00e1 enroscado no tronco da \u00e1rvore \u2013 que \u00e9 a m\u00e3e. Ele est\u00e1 perto da \u00e1rvore. Entende que precisa cham\u00e1-la para ter o que necessita \u2013 leite, colo ou fraldas limpas. Nessa hora, bate a ansiedade. \u00c9 como se ela pensasse: \u2018E agora? E se eu chamar e ningu\u00e9m escutar? E se esse outro vai embora, o que eu fa\u00e7o?\u2019 \u00c9 a\u00ed que come\u00e7a a crise\u201d, explica Posternak.<\/p>\n<p>Como saber se o filho est\u00e1 passando por uma crise?<br \/>\nA melhor maneira \u00e9 ouvir o pediatra. \u201cAlgumas m\u00e3es chegam ao consult\u00f3rio reclamando que h\u00e1 tr\u00eas dias o filho estava \u00f3timo e, de repente, n\u00e3o quer mais mamar e tenta se afastar quando elas d\u00e3o o peito. Outras reclamam que o beb\u00ea estava dormindo bem, mas, depois dos 3 meses, isso mudou. Ele acorda v\u00e1rias vezes chorando\u201d, diz Leonardo Posternak, pediatra de S\u00e3o Paulo. \u201cH\u00e1 ainda as m\u00e3es que reclamam que o beb\u00ea fica agitado sem motivo. N\u00e3o quer ficar no colo, no ber\u00e7o, no beb\u00ea-conforto. Parece n\u00e3o estar confort\u00e1vel com nada que \u00e9 oferecido\u201d, continua. As queixas normalmente s\u00e3o parecidas e o seu pediatra saber\u00e1 dizer se o beb\u00ea est\u00e1 com algum problema de sa\u00fade ou atravessando uma crise.<\/p>\n<p>Quanto tempo dura a \u201ccrise do fim do per\u00edodo simbi\u00f3tico\u201d?<br \/>\nEssa crise dura em torno de 15 dias.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo, os beb\u00eas precisam ser medicados?<br \/>\nN\u00e3o. Quando a crian\u00e7a atravessa uma crise, \u00e9 muito importante que ela n\u00e3o seja medicada. \u201cAs m\u00e3es sempre chegam ao consult\u00f3rio achando que a raz\u00e3o do desconforto tem algum aspecto org\u00e2nico: c\u00f3lica, falta de leite, dente nascendo. Ent\u00e3o explico que se trata de uma crise, um momento excelente para o crescimento\u201d, ensina Leonardo Posternak, pediatra de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O que os pais devem fazer durante a crise?<br \/>\nEles devem ficar calmos e entender que esse per\u00edodo vai passar. \u201cConhecendo os sintomas, os pais precisam dominar a ansiedade para que a crian\u00e7a n\u00e3o tenha que atravessar esse momento complicado num ambiente angustiante. Lembre-se de que o seu beb\u00ea precisa passar por essa crise para poder crescer\u201d, explica o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Entre 5 e 6 meses: forma\u00e7\u00e3o do tri\u00e2ngulo familiar<\/strong><a href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bebe4-540x340.jpg\"><br \/>\n<\/a><br \/>\nComo come\u00e7a a crise da forma\u00e7\u00e3o do tri\u00e2ngulo familiar?<br \/>\nPor mais que o pai tenha sido presente e ativo desde o nascimento do beb\u00ea, ele n\u00e3o teve uma rela\u00e7\u00e3o t\u00e3o simbi\u00f3tica com o filho. Isso se d\u00e1 por in\u00fameros motivos. At\u00e9 mesmo porque ele n\u00e3o disp\u00f5e dos meses de licen\u00e7a-maternidade para ajudar nessa proximidade. Ent\u00e3o, por volta do sexto m\u00eas de vida, o beb\u00ea, que j\u00e1 conhece a m\u00e3e, come\u00e7a a reconhecer a figura do pai, dando in\u00edcio \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do tri\u00e2ngulo \u2013 e da crise.<\/p>\n<p>Que sintomas a crian\u00e7a apresenta nessa crise?<br \/>\n\u201cA crian\u00e7a tem um pouquinho de transtorno do sono, e o apetite diminui um pouco\u201d, diz o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo. Mas essa crise costuma afetar mais as m\u00e3es do que os beb\u00eas. \u201cNessa fase, a m\u00e3e se d\u00e1 conta de que, para o filho ser saud\u00e1vel e feliz, ele precisa ter uma rela\u00e7\u00e3o triangular e n\u00e3o uma rela\u00e7\u00e3o de cord\u00e3o umbilical com ela. Afinal, ningu\u00e9m quer que o filho seja dependente a vida toda. \u00c9 necess\u00e1rio que algu\u00e9m corte essa simbiose. E esse \u00e9 o papel do pai\u201d, explica Posternak.<\/p>\n<p>Com 6 meses, nascem os primeiros dentinhos. Essa etapa se confunde com a crise?<br \/>\n\u201cSim. \u00c0s vezes, isso acontece. As duas fases se confundem porque a denti\u00e7\u00e3o incomoda, d\u00f3i e torna a crian\u00e7a aparentemente mais agressiva\u201d, explica o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/RTEmagicC_bebe_07.jpg.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-8030 size-full\" src=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/RTEmagicC_bebe_07.jpg.jpg\" alt=\"RTEmagicC_bebe_07.jpg\" width=\"568\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/RTEmagicC_bebe_07.jpg.jpg 568w, https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/RTEmagicC_bebe_07.jpg-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 568px) 100vw, 568px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Oito meses: separa\u00e7\u00e3o ou ang\u00fastia<\/strong><\/p>\n<p>Essa crise acontece sempre no oitavo m\u00eas?<br \/>\nN\u00e3o exatamente. Essa \u00e9 a crise do terceiro trimestre. \u201cEmbora seja incomum, algumas crian\u00e7as come\u00e7am a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de ang\u00fastia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo m\u00eas\u201d, explica o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Por que os pediatras dizem que essa \u00e9 a crise mais significativa de todas?<br \/>\n\u201cPorque essa \u00e9 a que dura mais tempo e o transtorno do sono \u00e9 muito acentuado: a crian\u00e7a pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam t\u00e3o assustados que pensam que a crian\u00e7a caiu do ber\u00e7o porque \u00e9 um choro diferente, desesperado\u201d, esclarece o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Quanto tempo dura a crise da ang\u00fastia?<br \/>\nDemora um pouco mais que as outras: tr\u00eas ou quatro semanas.<\/p>\n<p>Os pais devem levar a crian\u00e7a para dormir na cama deles?<br \/>\nO ideal \u00e9 que o beb\u00ea durma no seu ber\u00e7o ou carrinho desde os primeiros dias de vida. \u201cDormir na mesma cama se d\u00e1 mais por ansiedade dos pais do que por necessidade dos beb\u00eas. E os pais n\u00e3o dormem tranquilamente, pois ficam com medo de sufocar o beb\u00ea. Sem contar que isso pode ocasionar um afastamento na vida conjugal\u201d, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Al\u00e9m disso, segundo Ana Paula, a pr\u00e1tica pode levar a crian\u00e7a a ficar muito dependente dos pais, buscando uma aten\u00e7\u00e3o cada vez maior.<\/p>\n<p>Nessa fase, quando a crian\u00e7a chora de madrugada, \u00e9 a m\u00e3e quem deve atender?<br \/>\nDe prefer\u00eancia, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a raz\u00e3o: \u201cNa fantasia do beb\u00ea, ele acha que, quando a m\u00e3e apaga a luz e fecha a porta, n\u00e3o volta nunca mais. Ent\u00e3o, se ele chora durante a noite e \u00e9 atendido pelo pai ou pela bab\u00e1, acredita que a m\u00e3e n\u00e3o voltar\u00e1 mesmo\u201d. A crian\u00e7a precisa passar por isso para ir entendendo que a presen\u00e7a da m\u00e3e pode ser seguida de aus\u00eancias. \u201cNessa fase, \u00e9 oportuno que n\u00e3o ocorram trocas dos cuidadores. Al\u00e9m de acordar assustado, o beb\u00ea pode reagir \u00e0 presen\u00e7a de estranhos, chorando ou estranhando o colo\u201d, refor\u00e7a Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. \u201cA m\u00e3e deve tentar acalm\u00e1-lo no pr\u00f3prio ber\u00e7o para n\u00e3o alterar substancialmente sua rotina\u201d, ela sugere.<\/p>\n<p>Quais os sintomas da crise da ang\u00fastia?<br \/>\nBasicamente os mesmos das outras crises: altera\u00e7\u00e3o do sono, perda de apetite e agita\u00e7\u00e3o. \u201cO sono \u00e9 o que mais perturba. Al\u00e9m disso, a crian\u00e7a come muito mal, pior do que nas outras fases. E \u00e0s vezes faz at\u00e9 pequenas greves de fome\u201d, comenta o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Qual a import\u00e2ncia do objeto de transi\u00e7\u00e3o nessa fase?<br \/>\nNesse per\u00edodo de ang\u00fastia, a crian\u00e7a come\u00e7a a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta espec\u00edfica, um brinquedo. \u201cEsse objeto representa a m\u00e3e, e \u00e9 bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que d\u00ea beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajud\u00e1-la a entender que \u00e0 noite as coisas n\u00e3o desaparecem. A m\u00e3e pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a crian\u00e7a a entender que esse afastamento n\u00e3o \u00e9 uma perda\u201d, ensina o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Como ajudar a crian\u00e7a a escolher o objeto de transi\u00e7\u00e3o?<br \/>\nOs pais n\u00e3o precisam se preocupar em estimular a escolha, que \u00e9 feita naturalmente pelo beb\u00ea. \u201c\u00c9 importante que o objeto resista \u00e0s agress\u00f5es da crian\u00e7a e que ela mesma o reconstrua. A m\u00e3e n\u00e3o deve lav\u00e1-lo nem tentar consert\u00e1-lo\u201d, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p><strong>1 ano: ambival\u00eancia\/depend\u00eancia\/independ\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Como \u00e9 a crise do primeiro ano?<br \/>\nEsse per\u00edodo coincide com o andar: a crian\u00e7a quer caminhar, quer ser independente, mas ainda precisa de colo. \u201cEla j\u00e1 se sente capaz de explorar o ambiente, j\u00e1 abre gavetas, tira todas as roupas de dentro, mas ainda n\u00e3o vai muito longe da m\u00e3e. A crise se d\u00e1 por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.\u201d<\/p>\n<p>Quais s\u00e3o os sintomas dessa crise?<br \/>\n\u201cAs m\u00e3es chegam ao consult\u00f3rio reclamando que a crian\u00e7a come\u00e7ou a acordar \u00e0 noite, a n\u00e3o comer e a ficar muito agitada durante o dia\u201d, diagnostica o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Os pais devem estimular a crian\u00e7a a caminhar?<br \/>\nEstimular, sim, mas jamais for\u00e7ar. \u201cO c\u00e9rebro e as pernas ainda n\u00e3o est\u00e3o combinados. Ela quer, por\u00e9m n\u00e3o consegue, e isso gera ang\u00fastia. A crian\u00e7a deve caminhar quando ela achar que pode\u201d, alerta o pediatra Leonardo Posternak, de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Como as m\u00e3es devem lidar com as crises?<br \/>\n\u201cN\u00e3o existe uma receita ideal. Como todo relacionamento, \u00e9 preciso adapta\u00e7\u00e3o, tranquilidade e equil\u00edbrio, al\u00e9m de um ambiente saud\u00e1vel e acolhedor. Essas fases podem ser dif\u00edceis, mas s\u00e3o extraordin\u00e1rias e marcantes\u201d, finaliza Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bebes-e1427033110136.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter wp-image-8028 size-full\" src=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/03\/bebes-e1427033110136.jpg\" alt=\"bebes\" width=\"600\" height=\"375\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Reportagem: http:\/\/bebe.abril.com.br\/materia\/as-quatro-crises-do-crescimento-dos-bebes<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seu filho enfrenta problemas para dormir, se alimenta mal e anda agitado? Calma. Pode ser que ele esteja apenas atravessando uma crise comum \u00e0 fase em que se encontra. 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