{"id":8840,"date":"2015-04-20T10:20:05","date_gmt":"2015-04-20T10:20:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/?p=8840"},"modified":"2015-04-20T10:20:05","modified_gmt":"2015-04-20T10:20:05","slug":"as-consequencias-de-beijar-seu-filho-na-boca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/as-consequencias-de-beijar-seu-filho-na-boca\/","title":{"rendered":"As consequ\u00eancias de beijar seu filho na boca"},"content":{"rendered":"<p><strong>Confiram abaixo uma reportagem super interessante, sobre Pais e Filhos:<\/strong><\/p>\n<p>Uma das primeiras conseq\u00fc\u00eancias de beijar os filhos na boca, j\u00e1 nos primeiros dias de vida, \u00e9 a transmiss\u00e3o de bact\u00e9rias as quais os beb\u00eas ainda n\u00e3o possuem defesas. Segundo o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Odonto-crian\u00e7a, Daniel Korytnicki, que concorda com a cita\u00e7\u00e3o do infectologista Milton Lapchik, al\u00e9m da c\u00e1rie, \u201co estalinho pode transmitir algumas doen\u00e7as, como herpes simples, micoses e outras infec\u00e7\u00f5es causadas por v\u00edrus\u201d, as quais muitas vezes ficam impercept\u00edveis na pele, mas que geram indisposi\u00e7\u00e3o f\u00edsica, sendo necess\u00e1ria a interven\u00e7\u00e3o medicamentosa.<\/p>\n<p>A pedagoga Jane R. Barreto, ressalta que a crian\u00e7a imita os adultos, tanto os familiares, como os vistos em programas televisivos e filmes. Por\u00e9m a representa\u00e7\u00e3o desses pap\u00e9is adultos, n\u00e3o significa que a crian\u00e7a esteja pronta para a compreens\u00e3o global do que certas atitudes que imitam, representam, pois permanecem na inoc\u00eancia caracter\u00edstica da inf\u00e2ncia. Nesta situa\u00e7\u00e3o, dramatizar o que viu, cantar e dan\u00e7ar m\u00fasicas com cunho er\u00f3tico para o adulto n\u00e3o possui a mesma conota\u00e7\u00e3o para as crian\u00e7as, mas as exp\u00f5e. A crian\u00e7a, por se estruturar atrav\u00e9s da fantasia mediada pela realidade, vive no faz de conta a concep\u00e7\u00e3o de um amor dentro do conhecimento que possui do amor de seus pais: pr\u00edncipes e princesas que desejaram estar juntos e ser\u00e3o felizes para sempre. Mesmo fam\u00edlias que possuem desentendimentos constantes em frente a crian\u00e7a, pelo infante n\u00e3o conhecer outra realidade, acaba por considerar que esta forma de relacionamento \u00e9 a normal. A autora ainda ressalta que \u201cAdultos n\u00e3o devem beijar crian\u00e7as na boca, se alimentar na mesma colher, assoprar a comida, ou ainda recolher a chupeta, quando a mesma cair no ch\u00e3o, levando-a \u00e0 boca, para \u201ctirar as bact\u00e9rias\u201d, e depois colocar na boca da crian\u00e7a, evitando assim a transmiss\u00e3o de Hpilori, carie, herpes, sapinhos, entre outros\u2026 eles ainda est\u00e3o criando imunidade, n\u00e3o tem a defesa org\u00e2nica que os adultos t\u00eam. Al\u00e9m da quest\u00e3o sa\u00fade, devem permanecer atento ao comportamento, pois se os infantes julgarem que esse costume familiar \u00e9 natural, repetir\u00e3o com todos adultos que tiverem contato. Neste sentido o di\u00e1logo com seus filhos se torna fundamental, esclarecendo que essa atitude s\u00f3 dever\u00e1 ocorrer no seio familiar, pois, com a ingenuidade natural da crian\u00e7a, pode acontecer dela entender que, uma vez que seus pais a beijam na boca, pode repetir o gesto com outros de seu v\u00ednculo.\u201d.<\/p>\n<p>Giselle Castro Fernandes tamb\u00e9m ressalta que crian\u00e7a n\u00e3o beija na boca e n\u00e3o namora. Crian\u00e7a tem amiguinhos mais chegados ou n\u00e3o. Nas escolas, presenciam-se alguns coleguinhas andar de m\u00e3os dadas dizendo-se namoradinhos, ou como relatou uma m\u00e3e de uma crian\u00e7a de 3 anos: \u201cMinha filha est\u00e1 preocupada com quem vai se casar, pois um amiguinho casar\u00e1 com uma de suas amigas, o outro com outra e assim consecutivamente.\u201d. Situa\u00e7\u00f5es como essas, al\u00e9m de gerar ci\u00fames, provocam tamb\u00e9m uma preocupa\u00e7\u00e3o inadequada para a idade, privam a crian\u00e7a da inf\u00e2ncia, sem nenhuma raz\u00e3o! O trabalho dentro do espa\u00e7o escolar de esclarecer a educadores e pais sobre este aspecto \u00e9 fundamental.<\/p>\n<p>Para os pais, o namoro infantil pode ser interpretado como uma brincadeira, mas \u00e9 preciso que se alerte quanto \u00e0s consequ\u00eancias disso. Uma crian\u00e7a de dois ou tr\u00eas aninhos, acostumada a dar o \u201cselinho\u201d em seus pais, a tomar banho junto com o sexo oposto adulto ou a dormir na cama do casal, dependendo de como o adulto brinca ou sente essa situa\u00e7\u00e3o, poder\u00e1 desenvolver a erotiza\u00e7\u00e3o precoce de algumas \u00e1reas de seu corpo e este fator pode novamente priv\u00e1-la da inoc\u00eancia da inf\u00e2ncia. Assim, casos esses comportamentos sejam rotinas dentro da fam\u00edlia, precisam ser conversados e orientados dentro do entendimento de cada fase, lembrando sempre que a crian\u00e7a possui uma compreens\u00e3o relacionada ao corpo bem diferente do adulto. Valdeci Rodrigues questiona: \u201cNuma \u00e9poca em que a pedofilia precisa ter um amplo combate, como ficam a cabe\u00e7a desses garotos e garotas que escutam na pr\u00f3pria escola que para fugir do baixo astral \u00e9 melhor \u201cbeijar na boca\u201d?\u201d. Essa reflex\u00e3o \u00e9 primordial para a educa\u00e7\u00e3o infantil para pais e educadores.<\/p>\n<p>Giselle Castro Fernandes continua sua reflex\u00e3o alertando que \u201cNa fam\u00edlia existe o papel do pai e da m\u00e3e \u2013 que, juntos, formam um casal que dorme junto, que beija na boca! O papel dos filhos \u00e9 outro. S\u00e3o crian\u00e7as, e crian\u00e7a n\u00e3o beija na boca, n\u00e3o dorme na cama dos pais, etc. Trata-se de demarcar esses limites de maneira bem clara. Do contr\u00e1rio, fica dif\u00edcil definir o papel do adulto e da crian\u00e7a. Para ela, crian\u00e7a, dar o \u201cselinho\u201d \u00e9 o mesmo que namorar.\u201d. Enfatiza ainda que \u201cFilhinho (a) n\u00e3o \u00e9 namorado e, portanto, n\u00e3o beija igual. Beija no rosto, abra\u00e7a, acaricia, mas nada que se confunda com o carinho ou com o amor do adulto, do casal. H\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o muito grande (e justa) dos pais, de se atualizarem, de n\u00e3o se distanciarem de seus filhos, mas isso pode e deve ser feito, sem que se abra m\u00e3o de seu papel, o papel de pai e de m\u00e3e, aqueles que representam o porto seguro aos filhos, aqueles que s\u00e3o \u201cadultos\u201d, que orientam, seguram a barra e que deixam muito bem definida a posi\u00e7\u00e3o de crian\u00e7a e de adulto na fam\u00edlia. Pode se ter a certeza de que os filhos, no futuro, agradecer\u00e3o muito a seus pais que n\u00e3o abriram m\u00e3o do papel com a fun\u00e7\u00e3o paterna \u2013 no sentido literal de for\u00e7a, de limite e da fun\u00e7\u00e3o materna \u2013 de cuidado, prote\u00e7\u00e3o. Amor entre adultos \u00e9 diferente do amor pelas crian\u00e7as, pelos filhos. Portanto, o beijo \u00e9 tamb\u00e9m diferente e nem por isso menos carinhoso!\u201d. Se incentivarmos a inf\u00e2ncia de nossos pequenos, eles ir\u00e3o amadurecer no tempo certo, n\u00e3o precisamos acelerar nada. Dentro desta linha de pensamento, a conseq\u00fc\u00eancia de beijar o filho na boca propicia uma confus\u00e3o de pap\u00e9is, sendo esta desnecess\u00e1ria ao aprendizado infantil.<\/p>\n<p>Como a concep\u00e7\u00e3o do adulto o beijar na boca esta relacionado a sexualidade, vale ressaltar as coloca\u00e7\u00f5es de Lulie Macedo que cita que \u201cDesde que o mundo \u00e9 mundo, as crian\u00e7as n\u00e3o brincam de m\u00e9dico \u00e0 toa: a aventura do descobrimento come\u00e7a j\u00e1 nos primeiros meses, quando o beb\u00ea experimenta o prazer de explorar o pr\u00f3prio corpo, e se acentua nos anos seguintes, quando sua aten\u00e7\u00e3o se volta para o corpo dos pais e de outras crian\u00e7as.\u201d. Esse descobrimento corporal \u00e9 natural do ser humano e deve ser compreendido dentro desta l\u00f3gica. Assim, tocar no pr\u00f3prio corpo faz parte da tarefa de entender o mundo e a autora acima complementa que \u201co prazer em manipular os \u00f3rg\u00e3os sexuais \u00e9 uma das primeiras descobertas.\u201d. \u201cEla n\u00e3o sabe o que \u00e9 certo ou errado, quais s\u00e3o os c\u00f3digos sociais, a diferen\u00e7a entre o p\u00fablico e o privado. Cabe aos pais e educadores ensinar que ali n\u00e3o \u00e9 lugar para isso.\u201d, afirma Maria Cec\u00edlia. Desta forma a crian\u00e7a entender\u00e1 o sentido de privacidade e respeito ao pr\u00f3prio corpo, bem como ao corpo das demais pessoas.<\/p>\n<p>Essa autora tamb\u00e9m cita que \u201cO problema n\u00e3o est\u00e1 na explora\u00e7\u00e3o sexual do pr\u00f3prio corpo ou nas brincadeiras entre crian\u00e7as da mesma idade. Prejudicial \u00e9 a repress\u00e3o do adulto a essas atitudes, quando ele grita, pro\u00edbe, bate ou p\u00f5e de castigo. Fazendo isso ele transmite a no\u00e7\u00e3o de que aquilo \u00e9 errado, quando na verdade essas atitudes s\u00e3o t\u00e3o naturais quanto aprender a andar, falar, brincar\u201d, afirma Maria Cec\u00edlia Pereira da Silva, psicanalista e membro da ONG Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orienta\u00e7\u00e3o Sexual. \u2013 \u201cSexualidade n\u00e3o \u00e9 sin\u00f4nimo de coito e n\u00e3o se limita \u00e0 presen\u00e7a ou n\u00e3o do orgasmo. Ela influencia pensamentos, sentimentos, a\u00e7\u00f5es e a sa\u00fade f\u00edsica e mental. Se sa\u00fade \u00e9 um direito humano fundamental, a sa\u00fade sexual tamb\u00e9m deveria ser considerada um direito humano b\u00e1sico. O \u201cexibicionismo\u201d infantil faz parte da fase de explora\u00e7\u00e3o dos corpos. Como um brinquedo novo, a crian\u00e7a quer mostrar aos outros, o que j\u00e1 descobriu. Quanto \u00e0 menina que adora levantar a roupa e mostrar o bumbum, por exemplo, pode estar imitando algo que viu na TV. Em qualquer situa\u00e7\u00e3o, cabe aos adultos come\u00e7ar a ensinar a no\u00e7\u00e3o de intimidade.\u201d.<\/p>\n<p>O trabalho educacional desenvolvido para a Educa\u00e7\u00e3o Infantil neste assunto \u00e9 permeado de observa\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o. Ao demonstrar e questionar a crian\u00e7a a respeito da conseq\u00fc\u00eancia de constantemente tocar nos olhos, ouvidos, colocar a m\u00e3o na boca, no nariz, em suma, question\u00e1-la sobre a conseq\u00fc\u00eancia de explorar o corpo e relacionar essa conseq\u00fc\u00eancia ao toque dos \u00f3rg\u00e3os genitais, a faz compreender que tocar demasiadamente ou sem as m\u00e3os estarem limpar, pode gerar ard\u00eancia dos locais tocados. Ressaltar o uso de pe\u00e7as \u00edntimas (calcinhas e cuecas) para proteger o \u201cfazedor de xixi\u201d e o \u201cfazedor de coco\u201d, \u00e9 primordial para esse aprendizado, bem como tamb\u00e9m explicar que o momento de banho, \u00e9 um momento privado. Desta forma, a crian\u00e7a compreender\u00e1 a restri\u00e7\u00e3o quanto a onde se tocar e n\u00e3o quanto a se tocar.<\/p>\n<p>Dois outros aspectos importantes \u00e9 saber: at\u00e9 quando os adultos podem ficar nus em frente aos filhos, sendo recomendado que se esta situa\u00e7\u00e3o \u00e9 vista com naturalidade, s\u00f3 por volta dos 7 ou 8 anos, as crian\u00e7as solicitam a pr\u00f3pria privacidade e esta deve ser respeitada. Outro aspecto \u00e9 relacionado ao fato do imprevisto de a crian\u00e7a visualizar o ato sexual, sendo importante conversar a respeito, mesmo que ela n\u00e3o pergunte ou n\u00e3o queria voltar a esse assunto. Lembre-se que se esta situa\u00e7\u00e3o ocorreu, o descuido foi dos pais e estes devem-se se preparar para que esta conversa n\u00e3o gere culpa no infante, nem jamais culp\u00e1-lo. Se ocorrer dificuldade frente a esse assunto, \u00e9 imprescind\u00edvel buscar aux\u00edlio profissional, prevenindo fantasias desconfort\u00e1veis a esse respeito primordial na forma\u00e7\u00e3o do ser humano.<\/p>\n<p>Assim, evidencia-se algumas conseq\u00fc\u00eancias de beijar os filhos(as) na boca, ressaltando que se o filho for respeitado em seu desenvolvimento, ter\u00e1 uma inf\u00e2ncia saud\u00e1vel e feliz.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beijo_bebe.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-8841\" src=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beijo_bebe.jpg\" alt=\"beijo_bebe\" width=\"604\" height=\"402\" srcset=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beijo_bebe.jpg 604w, https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2015\/04\/beijo_bebe-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 604px) 100vw, 604px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Reportagem: http:\/\/rrclinicapsi.com.br\/as-consequencias-de-beijar-o-filho-na-boca\/<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confiram abaixo uma reportagem super interessante, sobre Pais e Filhos: Uma das primeiras conseq\u00fc\u00eancias de beijar os filhos na boca, j\u00e1 nos primeiros dias de vida, \u00e9 a transmiss\u00e3o de bact\u00e9rias as quais os beb\u00eas &#8230; <a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/as-consequencias-de-beijar-seu-filho-na-boca\/\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8842,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0},"categories":[4,81],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>As consequ\u00eancias de beijar seu filho na boca - SGAgora<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/as-consequencias-de-beijar-seu-filho-na-boca\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As consequ\u00eancias de beijar seu filho na boca - SGAgora\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Confiram abaixo uma reportagem super interessante, sobre Pais e Filhos: Uma das primeiras conseq\u00fc\u00eancias de beijar os filhos na boca, j\u00e1 nos primeiros dias de vida, \u00e9 a transmiss\u00e3o de bact\u00e9rias as quais os beb\u00eas ... 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