{"id":999947823,"date":"2017-07-29T14:53:32","date_gmt":"2017-07-29T14:53:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/?p=999947823"},"modified":"2017-08-08T14:30:20","modified_gmt":"2017-08-08T14:30:20","slug":"produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/","title":{"rendered":"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"<p>O agito das m\u00e1quinas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.<\/p>\n<p>O sul de Minas Gerais \u00e9 uma das regi\u00f5es mais antigas do Brasil no cultivo da batata. Desde sempre o agricultor vive numa gangorra, com os altos e baixos do mercado e o momento de agora n\u00e3o est\u00e1 nada bom. \u00c9 que o pre\u00e7o de venda n\u00e3o anda cobrindo os custos de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No meio da lavoura, o produtor J\u00falio C\u00e9sar Vilela n\u00e3o sai do telefone em busca da melhor negocia\u00e7\u00e3o para seu produto. E os valores em quest\u00e3o s\u00e3o sempre pela saca de cinquenta quilos.<\/p>\n<p>\u201cEstamos brigando a\u00ed para ver se consegue um pre\u00e7o melhor. Devido a oferta das outras regi\u00f5es ser maior, t\u00e1 complicado a venda de batata e essa dificuldade vem desde de novembro do ano passado\u201d, comenta.<\/p>\n<p>Dessa vez, J\u00falio plantou 40 hectares, sendo uma parte em terras arrendadas no munic\u00edpio de Pouso Alegre. Gastou cerca de R$ 33 mil por hectare e j\u00e1 estima o preju\u00edzo. \u201cVai ter um preju\u00edzo mais ou menos de R$ 15 mil, por hectare. Para fechar a conta, vamos ter que esperar um pouquinho e tentar a pr\u00f3xima\u201d, afirma o agricultor.<\/p>\n<p>Assim como J\u00falio, pelo menos 1.400 agricultores familiares enfrentam a mesma situa\u00e7\u00e3o no sul de Minas. Rodrigo Beck \u00e9 agr\u00f4nomo da Emater e calcula que a batata esteja presente em pelo menos 60 munic\u00edpios da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cCerca a\u00ed de 63% das propriedades daqui da regi\u00e3o s\u00e3o de at\u00e9 20 hectares, ou seja, s\u00e3o pequenos produtores mesmo. Hoje o estado tem uma produ\u00e7\u00e3o anual estimada em torno de um milh\u00e3o e noventa e tr\u00eas mil toneladas de batata. Sendo que no sul de Minas, a produ\u00e7\u00e3o representa 35% do total e a \u00e1rea em torno de 41%\u201dexplica Rodrigo Beck, agr\u00f4nomo da Emater de Santa Rita de Caldas.<\/p>\n<p>Os sete hectares da lavoura do agricultor Francisco Pe\u00e7anha ajudam a compor esse cen\u00e1rio. \u201cS\u00e3o seis meses de despesa, para chegar no final negativo. J\u00e1 teve situa\u00e7\u00f5es at\u00e9 piores, s\u00f3 que esse ano a gente t\u00e1 com o custo muito elevado. T\u00e1 barato para vender e caro para produzir\u201d, declara Francisco Pe\u00e7anha, agricultor.<\/p>\n<p>Os custos mais altos dessa safra t\u00eam a ver com o pre\u00e7o de adubos e defensivos. \u201cEssa alta \u00e9 devido a situa\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar. Muitas vezes, quando voc\u00ea pega o custo do ano passado para esse ano, talvez uns 12%&#8230; Teve um reajuste de tabela no geral\u201d, comenta Luiz Fortes, vendedor de insumos.<\/p>\n<p>Mesmo com as atuais dificuldades, tem agricultor j\u00e1 garantindo o plantio para a pr\u00f3xima safra. \u00c9 o caso do agricultor Divino Pereira, que vai diminuir s\u00f3 um pouco sua \u00e1rea de cultivo. \u201cN\u00e3o tem outra coisa a fazer. Tem que ir arriscando. Vou plantar 23 hectares. \u00c9 um hectare, dois a menos. Vou plantar no final de outubro. Pode ser que at\u00e9 l\u00e1 o pre\u00e7o esteja melhor ou pior\u201d.<\/p>\n<p>Tradicionalmente, a colheita da batata ocorre tr\u00eas vezes no ano. A maior delas \u00e9 a chamada safra das \u00e1guas, que vai de dezembro a mar\u00e7o. Depois, vem a safra da seca, de abril a julho. E por fim, chega a safra de inverno, de agosto a novembro.<\/p>\n<p><strong>A produ\u00e7\u00e3o no cerrado<\/strong><\/p>\n<p>No cerrado mineiro, alguns agricultores est\u00e3o driblando esse calend\u00e1rio para atender a ind\u00fastria o ano todo. As grandes extens\u00f5es de terra, uma altitude de 1.250 metros e a possibilidade de fazer uma agricultura empresarial, transformaram o jeito de plantar batata na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A pouco mais de 500 Km de Pouso Alegre, no munic\u00edpio de Serra do salitre, onde Marcelo de Carvalho tem 1.200 hectares de batata irrigada. \u201cA batata no Cerrado tinha que ser feita de outra forma. Solos pobres, drenados, extremamente planos. E com textura, que possibilitava a mecaniza\u00e7\u00e3o. \u00c9 um outro mundo, \u00e9 uma outra realidade\u201d, diz o agricultor.<\/p>\n<p>Essa outra realidade deu aos agricultores do cerrado a oportunidade de fugir das grandes varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o. \u00c9 que muitos deles s\u00f3 trabalham com contratos fechados previamente com as ind\u00fastrias, e em contrapartida, eles precisam colher batata toda semana.<\/p>\n<p>\u201cEssa regi\u00e3o \u00e9 uma das poucas, talvez do mundo, que te possibilita produzir de janeiro a dezembro. Porque n\u00f3s temos caracter\u00edsticas de altitude, que mesmo nos per\u00edodos mais quentes do ano, voc\u00ea tem noites frias, que \u00e9 uma uma situa\u00e7\u00e3o sine qua non para a batata. Ent\u00e3o, a gente tenta fazer essa altern\u00e2ncia de variedades para poder ter uma oferta linear de batata\u201d, explica Balerini.<\/p>\n<p>Ao longo do ano, a propriedade alterna o cultivo de oito variedades. Para tirar as 45 mil toneladas anuais da terra, a fazenda conta com quatro colheitadeiras. A mais nova \u00e9 uma vinda da B\u00e9lgica.<\/p>\n<p>\u201cEssa batata entra numa m\u00e1quina que tira a terra, mas estraga menos a batata. Uma m\u00e1quina dessas faz o trabalho de 100 a 120 pessoas. Tem a capacidade de colher mais ou menos 35 toneladas por hora, 10 hectares por dia. Tudo para machucar o m\u00ednimo poss\u00edvel a batata e mandar uma mat\u00e9ria-prima de qualidade para a ind\u00fastria\u201d, explica Daniel de Carvalho, agr\u00f4nomo e agricultor.<\/p>\n<p>Ao longo da colheita, a m\u00e1quina vai acumulando as batatas. Quando o compartimento fica cheio, o volume \u00e9 descarregado em ca\u00e7ambas espalhadas pela lavoura, que depois ser\u00e3o levadas por caminh\u00f5es.<\/p>\n<p>As batatas voltadas para a ind\u00fastria s\u00e3o bem diferentes daquelas que a gente est\u00e1 acostumado a comprar nas feiras e nos supermercados. Al\u00e9m do colorido e dos formatos assim mais avantajados, o que elas t\u00eam mesmo de bom a gente n\u00e3o consegue enxergar.<\/p>\n<p>\u201cA batata nada mais \u00e9 do que uma grande reserva de amido. O que a ind\u00fastria busca \u00e9 isso. O que menos ela t\u00e1 preocupada \u00e9 a cor da pele, se ela t\u00e1 clara, se ela t\u00e1 escura, a batata o que interessa \u00e9 o que t\u00e1 dentro da batata que \u00e9 aquilo que a gente come. Quanto mais amido, mais mat\u00e9ria seca. Por consequ\u00eancia, muito mais croc\u00e2ncia. Mais rendimento, mais paladar. Todo esfor\u00e7o de toda a cadeia \u00e9 para que no final ele tenha essa qualidade esse prazer, que todo mundo tem, em comer uma batatinha\u201d, explica Marcelo Balerini de Carvalho, agricultor.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s de mais qualidade, onze variedades est\u00e3o sendo testadas no laborat\u00f3rio da fazenda. \u201cO grande desafio que n\u00f3s temos nesse momento \u00e9 buscar variedades produtivas e que tenham aptid\u00e3o para armazenagem\u201d, declara o agricultor Marcelo Balerini de Carvalho.<\/p>\n<p>Para aumentar o prazo de armazenamento, a fazenda tamb\u00e9m aposta em c\u00e2maras frias de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o, que t\u00eam umidade e temperatura controladas. S\u00e3o capazes de eliminar os gases gerados com a estocagem.<\/p>\n<p>A profissionaliza\u00e7\u00e3o do cultivo no campo, somada ao crescente consumo de batata no Brasil tem estimulado altos investimentos na ind\u00fastria. A mais nova unidade de beneficiamento do pa\u00eds foi inaugurada no in\u00edcio de 2017. A f\u00e1brica j\u00e1 nasceu gigante, com a meta de suprir 55% do mercado nacional de batata pr\u00e9-frita congelada.<\/p>\n<p>A um custo de R$ 200 milh\u00f5es, o empreendimento erguido no munic\u00edpio de Perdizes tem capacidade para processar 150 mil toneladas de batata por ano. O produto fica cortadinho, no formato palito.<\/p>\n<p>A estrutura pertence a tr\u00eas irm\u00e3os, tradicionais produtores de batata na regi\u00e3o. Um deles \u00e9 Jo\u00e3o Em\u00edlio, que revela a inten\u00e7\u00e3o de ter o retorno do investimento em no m\u00e1ximo sete anos.<\/p>\n<p>\u201cO consumo de batata processada no Brasil vem crescendo de maneira bastante significativa nos \u00faltimos anos. Nos \u00faltimos dez anos cresceu uma m\u00e9dia de 14% ao ano. Se a gente comparar que o mercado de batata pr\u00e9-frita hoje \u00e9 em torno de 2.1 Kg\/per capta ano, enquanto que o europeu, o americano consome mais de 15 quilos de batata processada, a gente acredita que tem muito espa\u00e7o para crescer nesse segmento\u201d, avalia Jos\u00e9 Em\u00edlio Rocheto, empres\u00e1rio e agricultor.<\/p>\n<p>Para uma f\u00e1brica desse tamanho foi usado recurso pr\u00f3prio e financiamento do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento) e de investidores. Diretos e indiretos foram criados cerca de 1.400 empregos. Diante de todo esse gigantismo, como \u00e9 que ficam os pequenos agricultores l\u00e1 do sul do estado? Nesse momento \u00e9 importante lembrar que eles trabalham num outro mercado, o de batata de mesa, a que \u00e9 vendida diretamente para o consumidor.<\/p>\n<p>Mesmo com as atuais incertezas na comercializa\u00e7\u00e3o, o agricultor J\u00falio C\u00e9sar, do in\u00edcio da reportagem, arrumou um comprador inesperado. Vendeu 75 toneladas de batata para a Argentina. \u201cFoi melhor a venda e com pagamento antecipado. O sorriso voltou\u201d, conta J\u00falio C\u00e9sar Vilela, agricultor.<\/p>\n<p>A compra foi realizada pelo representante comercial, Alberto Marques, que vai levar a carga para o mercado municipal de Buenos Aires. \u201cEstamos comprando batata brasileira devido a uma falta de qualidade no mercado de batatas lavadas l\u00e1 na Argentina. A brasileira ganha hoje pela boniteza que ela tem. A pele \u00e9 mais lisinha e a mulherada compra com os olhos. Enche os olhos para depois encher a barriga\u201d, brinca\u201d, explica Alberto Marques, representante comercial da Argentina.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-999941660\" src=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Foto-nova-Verde2017.png\" alt=\"Foto nova Verde2017\" width=\"600\" height=\"100\" srcset=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Foto-nova-Verde2017.png 600w, https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/Foto-nova-Verde2017-300x50.png 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><span style=\"color: #99cc00;\"><a style=\"color: #99cc00;\" href=\"http:\/\/verdeagritech.us11.list-manage.com\/subscribe?u=3eda3cf56c6e8f6c0b7d2c638&amp;id=3dc6b6a7f4\" target=\"_blank\"><strong style=\"color: #808000;\">CLIQUE AQUI E\u00a0SE INSCREVA<\/strong><\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Reportagem Original:<\/strong> http:\/\/g1.globo.com\/economia\/agronegocios\/globo-rural\/noticia\/2017\/07\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais.html \/<strong> Foto Capa:<\/strong> Google Imagens<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O agito das m\u00e1quinas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado. O sul de Minas Gerais \u00e9 uma das regi\u00f5es mais antigas do Brasil &#8230; <a class=\"readmore\" href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/\">Leia Mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":999947824,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_bbp_topic_count":0,"_bbp_reply_count":0,"_bbp_total_topic_count":0,"_bbp_total_reply_count":0,"_bbp_voice_count":0,"_bbp_anonymous_reply_count":0,"_bbp_topic_count_hidden":0,"_bbp_reply_count_hidden":0,"_bbp_forum_subforum_count":0},"categories":[77],"tags":[1040,531,97,269,659,194,169,131],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O agito das m\u00e1quinas de batatas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O agito das m\u00e1quinas de batatas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"SGAgora\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/sgagora\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2017-07-29T14:53:32+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2017-08-08T14:30:20+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/Cultivo-da-Batata-Inglesa-3.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"570\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"428\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"SG Agora\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"SG Agora\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/\",\"url\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/\",\"name\":\"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#website\"},\"datePublished\":\"2017-07-29T14:53:32+00:00\",\"dateModified\":\"2017-08-08T14:30:20+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#\/schema\/person\/2be62cfb47cee3e0b305e4f7a765ae41\"},\"description\":\"O agito das m\u00e1quinas de batatas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#website\",\"url\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/\",\"name\":\"SGAgora\",\"description\":\"Not\u00edcias de S\u00e3o Gotardo\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":\"required name=search_term_string\"}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#\/schema\/person\/2be62cfb47cee3e0b305e4f7a765ae41\",\"name\":\"SG Agora\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/a0c612a9a8c3e7419d6fd4f92e749d8d?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/a0c612a9a8c3e7419d6fd4f92e749d8d?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"SG Agora\"},\"url\":\"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/author\/admin\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais","description":"O agito das m\u00e1quinas de batatas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais","og_description":"O agito das m\u00e1quinas de batatas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.","og_url":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/","og_site_name":"SGAgora","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/sgagora","article_published_time":"2017-07-29T14:53:32+00:00","article_modified_time":"2017-08-08T14:30:20+00:00","og_image":[{"width":570,"height":428,"url":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/Cultivo-da-Batata-Inglesa-3.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"SG Agora","twitter_misc":{"Escrito por":"SG Agora","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/","url":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/","name":"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#website"},"datePublished":"2017-07-29T14:53:32+00:00","dateModified":"2017-08-08T14:30:20+00:00","author":{"@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#\/schema\/person\/2be62cfb47cee3e0b305e4f7a765ae41"},"description":"O agito das m\u00e1quinas de batatas e a rapidez das m\u00e3os indicam que o trabalho existe, mesmo quando a recompensa est\u00e1 abaixo do esperado.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/produtores-de-batata-vivem-realidades-distintas-em-minas-gerais\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Produtores de batata vivem realidades distintas em Minas Gerais"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#website","url":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/","name":"SGAgora","description":"Not\u00edcias de S\u00e3o Gotardo","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/?s={search_term_string}"},"query-input":"required name=search_term_string"}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#\/schema\/person\/2be62cfb47cee3e0b305e4f7a765ae41","name":"SG Agora","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/a0c612a9a8c3e7419d6fd4f92e749d8d?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/a0c612a9a8c3e7419d6fd4f92e749d8d?s=96&d=mm&r=g","caption":"SG Agora"},"url":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/author\/admin\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/999947823"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=999947823"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/999947823\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":999947825,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/999947823\/revisions\/999947825"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/media\/999947824"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=999947823"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=999947823"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sgagora.com.br\/sg\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=999947823"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}