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Campanha contra o Aedes Aegypti deve custar quase R$ 90 milhões aos cofres do governo de MG

(Em 2015, São Gotardo sofria com os lixos e entulhos jogados em lugares irregulares) Foto Capa: Arquivo/Portal SG AGORA
(Em 2015, São Gotardo sofria com os lixos e entulhos jogados em lugares irregulares) Foto Capa: Arquivo/Portal SG AGORA

A campanha “Com o Aedes não se brinca”, lançada nesta terça-feira (24) pelo governo de Minas Gerais, pretende investir mais de R$ 89 milhões em ações entre 2017 e 2018 para conter o avanço do mosquito no estado. Desde o início do ano, mais de 26 mil casos prováveis de dengue foram registrados em Minas Gerais. Treze pessoas morreram.

Entre as estratégias previstas para o controle da dengue, zika e chikungunya, todas transmitidas pelo Aedes aegypti, estão a compra de 60 veículos e equipamentos para Ultra-Baixo Volume (UBV), o chamado fumacê, no valor de R$ 7,9 milhões; aquisição de outros 35 carros no valor de R$ 4 milhões para as unidades regionais de saúde, Fundação Ezequiel Dias (Funed) e laboratórios macrorregionais; compra de mais de 4 mil dispositivos de dispersão de inseticidas que custam um total de R$ 3 milhões; aquisição de 100 galões de nitrogênio para monitoramento viral no valor de R$ 300 mil e de insumos de unidades de hidratação que custam R$ 350 mil.

O governo ainda pretende atualizar o Plano Estadual de Contingência para 2017 e 2018; reativar os 28 comitês regionais das doenças transmitidas pelo Aedes; retomar as reuniões do Comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Dengue, Chikungunya e Zika, além de implantar armadilhas de ovos do mosquito.

Cerca de R$ 40 milhões do total de recursos serão investidos por meio do Programa Estadual de Vigilância e Controle de Doenças Transmitidas pelo Aedes. O restante será destinada a ações chamadas de “emergência em saúde pública”, cujo é reduzir os impactos na saúde pública.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), 90% dos focos do mosquito estão dentro de casa. Por causa disso, a campanha será veiculada em vários meios de comunicação e contará com a participação das escolas, já que uma das novidades é tornar as crianças mobilizadoras dentro da comunidade.

Uma das principais preocupações do órgão é o avanço da chikungunya em Minas Gerais. Em 2016, houve 500 casos prováveis da doença. Neste ano, o número saltou para mais de 17 mil, segundo boletim divulgado no dia 16 de outubro.

 

Reportagem Original: https://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/campanha-contra-o-aedes-aegypti-deve-custar-quase-r-90-milhoes-aos-cofres-do-governo-de-mg.ghtml / Foto Capa: Arquivo/2015/Portal SG AGORA

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