Cultivo do sorgo sem cloro é a melhor solução na produção de etanol

Foto Capa: Divulgação/Verde AgriTech
Foto Capa: Divulgação/Verde AgriTech

Conforme a população mundial cresce, a busca por fontes de energia alternativas aumenta. No estudo “Sweet Sorghum: An Emerging Smart Biofuel Crop” (2017), os pesquisadores INGLE et al. avaliaram o uso do Sorgo Sacarino [Sorghum bicolor] como fonte de etanol e bioenergia. O artigo foi publicado no jornal “Advances in Bioresearch”.

O etanol é derivado de amidos e matérias-primas à base de açúcar, fáceis de extrair e fermentar, a produção em larga escala se torna mais economicamente sustentável. De acordo com INGLE (2017), vários testes ao longo dos anos indicam que o sorgo seja a melhor alternativa para a produção de etanol do que a cana-de-açúcar, milho e outros por ser uma cultura de ciclo mais curto, apresentar altas produtividades, absorver grandes quantidades de CO2 e consumir menos água. De forma geral, o sorgo é mais acessível para os fazendeiros por conta de seu baixo custo de produção e a habilidade de crescer em praticamente em qualquer ambiente.

Um ponto negativo no cultivo do sorgo no Brasil é o uso de fertilizantes com alta concentração de cloro (Cl), como o cloreto de potássio (KCl). O pesquisador MALAVOLTA (1979) experimentou a cultivação de sorgo sacarino em tambores plásticos com 30 litros de capacidade visando analisar sintomas de toxidez ou carência de diversos nutrientes. Na experimentação com cloro foi observado o seguinte:

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“As plantas mostraram inicialmente um amarelecimento ao longo das margens e pontas das folhas mais velhas. O limite externo destas faixas tornava-se necrótico, assumindo uma coloração pardo-avermelhada. Paralelamente observou-se uma redução no crescimento e ausência de perfilhos” (MALAVOLTA et al, 1979, p.180).

Fonte de potássio sustentável e alternativa ao cloreto de potássio é o K Forte, remineralizador de solos da Verde. Ele não possui cloro nem sal em sua composição, além de possuir concentrações de potássio, magnésio e silício e um total de 70 elementos-traço.

Em experimento conduzido pela Universidade Federal de Goiás no cultivo do sorgo, avaliou-se[2] o percentual de cloreto em amostras adubadas com K Forte e KCl. Os resultados mostram que, com metade da dose de K2O, o sorgo adubado com KCl apresentou 48,1% a mais de cloretos que o sorgo adubado com o K Forte, conforme o gráfico a seguir:

Tabela

O sorgo é uma alternativa eficaz para a produção de biocombustíveis, com menor custo ao produtor e maior produtividade. Seu cultivo, aliado ao uso do K Forte como remineralizador, aproveita ao máximo a capacidade produtiva do solo, uma vez que melhora a concentração de nutrientes no solo e não adiciona cloro.

Mais informações sobre o K Forte, acesse: https://www.verdeagritech.com.br/ . Entre em contato com nossa equipe comercial: Marina Fernandes: (31) 98374-7844 ou Rodrigo Mac Leod: (31) 99994-0331 ou envie um e-mail para: [email protected]

Sobre o K Forte

O K Forte é um remineralizador de solos fonte de macro e micronutrientes, incluindo potássio, magnésio e silício. No total, ele possui cerca de 70 elementos-traço de liberação gradual. O produto é uma alternativa eficaz e mais econômica em relação ao Cloreto de Potássio (KCl), fertilizante químico amplamente utilizado pelo agricultor brasileiro. K Forte não contém sal nem cloreto em sua composição; aumenta a capacidade do solo de reter nutrientes e água (1:1); aumenta a disponibilidade de fósforo no solo, sem alterar o pH; diminui as perdas de nitrogênio por volatilização e lixiviação. Devido à sua alta concentração de silício, aumenta a resistência da planta contra pragas, doenças, mudanças bruscas de temperatura e falta de água.

 Sobre a Verde

A Verde é uma empresa inglesa que tem como Diretor o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli. A Verde já investiu R$120 milhões em pesquisa e tecnologia no Brasil, sendo detentora da primeira mina de potássio do país, nos últimos 33 anos. Localizado no Triângulo Mineiro, a jazida é matéria-prima para a produção do K Forte, que já é exportado para os Estados Unidos e Canadá com nome Super Greensand®.

Referências:

  • [1] A.U.Ingle,  A.R.Gaikwad, Suvarna Gare and Kusalkar D.V. Sweet Sorghum: An Emerging Smart Biofuel Crop. Adv. Biores., Vol 9 [1] January 2018.21-26
  • [1] Laudo CBO Análises Laboratoriais (Outubro, 2018). Responsável Técnico: Oneida Vieira – CRQ IV 04219427

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Reportagem e Fonte da Reportagem: Vinícius Santos/Verde AgriTech / Foto Capa: Divulgação/Verde AgriTech

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