Parte das Escolas Estaduais de São Gotardo e Guarda dos Ferreiros, aderem a greve estadual dos professores

Foto Capa: Reprodução/Google Imagens

Uma classe social injustiçada em nosso País. Nesta última terça-feira (03/04) e quarta-feira (04/04), professores estaduais de boa parte de Minas Gerais, realizaram uma paralisação a favor do fim do parcelamento dos salários e do 13º dos professores e pelo cumprimento dos acordos assinados entre o governo estadual e hospitais de Minas Gerais, que oferecem atendimento pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG). Em São Gotardo, professores da Escola Estadual Coronel Oscar Prados aderiram a paralisação, porem a realizaram nas últimas quinta (30/03) e segunda-feira (02/04). Em Guarda dos Ferreiros, a classe social dos professores da Escola Estadual Hermenegildo Ladeira, realizaram a paralisação ontem (03) e hoje (04) e continuarão em greve até sexta-feira (06/04).

Em conversa com servidores públicos da Escola Estadual Coronel Hermenegildo Ladeira, foram destacados para a equipe de reportagens do Portal SG AGORA, os principais motivos da paralisação. De acordo com os professores, a luta da classe contra o governo estadual se dá devido aos constantes atrasos de pagamentos dos salários dos professores, constantes parcelamentos de pagamentos de salários e de benefícios como o “13º salário” e a falta de repasse do governo estadual da verba que é colhida no salários dos servidores públicos em benefício do IPSEMG (Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais) aos hospital conveniados ao plano de saúde, o que está impossibilitando o uso do benefício pelos professores do estado.

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A desvalorização do trabalho dos professores em Minas Gerais se agravou desde o ano de 2016, ano do início das manifestações e paralisações mais constantes da classe social dos educadores do estado. Em contato com a Escola Estadual São Pio X de, São Gotardo, foi passado a equipe de reportagens do Portal SG AGORA, que os professores da escola preferiram na aderir a greve, por desacreditarem que a classe dos educadores poderá ser ouvida em um ano tão conturbado em nosso País, principalmente se levarmos em consideração que estamos em ano de eleições presidenciais. O Portal SG AGORA tentou contato com outras escolas estaduais de nosso município, porem não obtivemos retorno sobre o assunto.

Além das paralisações das escolas em todo o estado, movimentos e manifestações estão sendo realizadas ao longo do dia, principalmente na região de Belo Horizonte, informou o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG). Ainda nesta quarta-feira haverá o Conselho Geral do Sind-UTE-MG no auditório Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), em Belo Horizonte. A paralisação de professores da Rede Estadual de Ensino, que se iniciou no dia 8 de março, já se estende por quase 30 dias. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG), nesta segunda-feira (02/04), a adesão de professores a greve foi de 40% do estado.

 

Reportagem: Diego Oliveira/Portal SG AGORA / Fonte da Reportagem: Apuração de Fatos do Portal SG AGORA/Professor Leonardo/Escola Estadual Hermenegildo Ladeira/Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG) / Foto Capa: Reprodução/Google Imagens

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