O Cloreto de Potássio pode prejudicar sua produtividade?

Foto Capa: Divulgação/Verde AgriTech
Foto Capa: Divulgação/Verde AgriTech

Desde que entramos na era moderna da agricultura, o uso intensivo de fertilizantes tem sido associado ao aumento de produção e lucros para o produtor. Os pesquisadores S. A. Khan, R. L. Mulvaney e T.R. Ellsworth escreveram um artigo visando responder definitivamente essa questão. Em “The potassium paradox”, publicado na Cambridge University Press, eles demonstraram através de análises do solo, como o uso intensivo de Cloreto de Potássio (KCl) nas plantações, para suprir a demanda do solo por potássio (K), é prejudicial e, a longo prazo, não aumenta a produtividade.

Para quantificar os resultados da fertilização por KCl, foi feita uma extensa avaliação de 211 publicações reportando análises estatísticas de resultados em culturas fertilizadas com o Cloreto de Potássio. Os impactos foram classificados, sempre comparando a qualidade com outras culturas que não utilizaram o KCl. Foi analisado também o impacto do fertilizante na Capacidade de Troca de Cátions (CTC) do solo e a ciclagem de Nitrogênio (N).

A fertilização por KCl foi ineficiente para aumentar a produtividade em 76% dos casos analisados. A capacidade inerente para a absorção de K pelas plantas no solo é evidente a partir de estudos em que as culturas de raízes rasas que crescem em solos arenosos não respondiam à fertilização de K, e em solos mais produtivos, as raízes das plantas tinham acesso ao potássio em camadas mais profundas do solo. De acordo com os pesquisadores, a utilização do Cloreto de Potássio sem antes analisar a disponibilidade de K no solo resulta em fertilização intensa de potássio, além da aplicação de cloro (Cl).

(CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE)Uninter-2

Segundo Khan (2013), “Testes de solo são amplamente considerados como a melhor abordagem para fazer recomendações econômicas de fertilizantes ou monitorar as mudanças de fertilidade do solo em relação às práticas de manejo”.

Outro aspecto negativo da utilização do cloreto de potássio deve-se aos efeitos do Cl. Em plantações de soja e alfafa, por exemplo, o cloro reduz a disponibilidade de nitrogênio ao inibir a nitrificação no solo, e ao suprimir a absorção e intensificar a lixiviação de nutrientes como o cálcio. Por último, houve perda na CTC nas análises do solo, incluindo também diminuição na capacidade de retenção de água.

O uso excessivo do fertilizante KCl, aliado a falta de testes do solo, toxicidade do cloro e a capacidade de absorção de K da planta é o que resultou na ineficiência em aumentar a produtividade dos cultivos. Em vários estudos, a perda de rendimento foi intensificada pelo aumento da taxa de aplicação de KCl. “As reduções de rendimento devidas à adubação com KCl podem ser explicadas pelo alto índice de sal desse fertilizante, que tem sido implicado como um fator prejudicial para a germinação e crescimento das culturas e processos microbianos. Em alguns casos, a grande quantidade aplicada tornou ganho de rendimento em perda”, concluiu (Khan, 2013).

Uma alternativa para o uso do KCl é o recém lançado no Brasil, K Forte. Fonte de potássio, magnésio e silício. O K Forte é um siltito glauconítico, matéria-prima com alto teor do mineral glauconita, cujas propriedades incluem melhora das condições químicas, físicas e biológicas do solo. O K Forte não contém sal nem cloreto e, por ser um produto de liberação gradual, o K Forte não promove a absorção de nutrientes em excesso pelas raízes, podendo inclusive diminuir o número de vezes que é aplicado.

(CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE)Âncora

A fertilização potássica é indispensável para maximizar o cultivo e melhorar a qualidade das culturas, mas deve-se evitar o uso de cloro, devido aos efeitos que causa nas plantações e nos alimentos. A realização de testes no solo também deve ser feita, para se ter conhecimento dos nutrientes disponíveis ou faltantes.

Sobre o K Forte

O K Forte é um remineralizador de solos fonte de potássio, magnésio e silício de liberação gradual. O produto é uma alternativa eficaz e mais econômica em relação ao Cloreto de Potássio (KCl), fertilizante químico amplamente utilizado pelo agricultor brasileiro. K Forte não contém sal nem cloreto em sua composição; aumenta a capacidade do solo de reter nutrientes e água (1:1); aumenta a disponibilidade de fósforo no solo, sem alterar o pH; diminui as perdas de nitrogênio por volatilização e lixiviação. Devido à sua alta concentração de silício, aumenta a resistência da planta contra pragas, doenças, mudanças bruscas de temperatura e falta de água.

Sobre a Verde AgriTech

A Verde AgriTech é uma empresa inglesa que tem como Diretor o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli. A Verde já investiu R$120 milhões em pesquisa e tecnologia no Brasil, sendo detentora da primeira mina de potássio do país, nos últimos 33 anos. Localizado no Triângulo Mineiro, a jazida é matéria-prima para a produção do K Forte, que já é exportado para os Estados Unidos e Canadá com nome Super Greensand®.

Acesse e conheça a Verde AgriTech pelo link a seguir: http://verdeagritech.com.br/

 

Reportagem: Vinicius Santos/Verde AgriTech / Foto Capa: Divulgação/Verde / Reportagem Original: [1] The potassium paradox https://www.cambridge.org/core/journals/renewable-agriculture-and-food-systems/article/potassium-paradox-implications-for-soil-fertility-crop-production-and-human-health/2C9ADE6C6B44EB23BAA7AE6CD953E085

Tags

0 Comentários “O Cloreto de Potássio pode prejudicar sua produtividade?”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ANUNCIE
ANUNCIE

Enquetes

De 0 a 5, qual sua nota para as primeiras medidas tomadas por Jair Bolsonaro para o Brasil em 2019

Ver Resultados

Carregando ... Carregando ...